A grande preocupação dos e-consumidores é o cuidado com os seus dados pessoais, dentre eles CPF, endereço, mas principalmente dados bancários. É preciso cuidado ao inserir os dados pessoais, ou até mesmo realizar pagamentos com boletos bancários. Um vírus foi descoberto que afetas os boletos bancários, que para alguns dos e-consumidores, parecia ser o mais seguro e esse vírus se chama bolware.

 

Mas, o que é o bolware?

 

Esse malware altera a linha digitável dos boletos bancários, ou seja, os dados da conta recebedora e até mesmo o valor. O valor pago no boleto é transferido para a conta dos fraudadores ou de laranjas (terceiros que recebem por outros) e muitas vezes o preço é alterado. Além disso, desabilita os plugins impedindo que os bancos identifiquem fraudes. Esse malware funciona no Internet Explorer, mas quando percebe que o usuário esta utilizando Mozilla ou Google Chrome, acaba forçando o fechamento desses navegadores para que o usuário utilize o Internet Explorer.

 

Como contamina os usuários?

 

Ao realizar o download de um arquivo infectado, esse vírus se instala no computador e quando o usuário solicita um boleto, o malware modifica o código de barras. Uma outra forma de atuação é por um adware. 

 

Quais as consequências para o e-commerce? 

 Ao alterar o número do boleto, o destino do dinheiro também é alterado para uma conta laranja ou de um fraudador. Como consequência, o lojista não recebe o valor pago e não envia o produto comprado, ou seja, o lojista não recebe e o consumidor perde o dinheiro.

 

O recebimento do produto não acontece, o consumidor se aborrece e acaba perdendo a confiança no e-commerce. O vírus pode infectar qualquer consumidor que acessar a loja virtual e os pagamentos serão redirecionados para outra conta. A loja fica com a reputação de falta de segurança e de fraudulenta, e para recuperar é extremamente difícil.

 O que fazer para evitar o uso do boleto bancário?

 O consumidor que opta pelo boleto, tem dois motivos: ou ele tem medo de inserir seus dados bancários ou o processo é muito lento e ele acaba optando pela facilidade do boleto bancário.

 

 

 

 

Ambas ações tranquilizam o consumidor e podem ser usadas juntas para evitar o uso do boleto e trazer segurança para o consumidor e o lojista.

 

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Marcos Ferreira
Profissional com 13 anos de experiência na área de Segurança da Informação. Ampla experiência com análise de vulnerabilidades, testes de invasão e auditoria. Responsável por trazer ao Brasil a primeira certificação CVE. Atuou durante quatro anos (2004-2007) no quadro de profissionais selecionados pelo SANS Institute para descrever anualmente as próximas tendências de ataques na Internet e as vulnerabilidades mais críticas. Essa lista é utilizada como base para empresas privadas e órgãos americanos como Department of Homeland Security (DHS) e Computer Emergency Response Team (CERT).
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