A presença digital de uma marca depende de diferentes fatores, dos quais destacam a mídia usada e a abordagem para atingir o público-alvo. Existem basicamente três opções de mídia: própria, orgânica e paga. Cada uma apresenta um propósito e objetivos específicos — seja tornar a marca conhecida, aumentar as vendas, fidelizar o público, entre outros.

Mídia orgânica x mídia paga

As mídias orgânicas e próprias dependem do esforço de engajamento da marca. São “gratuitas”, contudo demandam o tempo e a experiência para criar conteúdo de qualidade que alimentará o site da empresa, blog, redes sociais. A mídia orgânica explora a capacidade que a marca ou empresa possui de gerar engajamento e despertar de forma espontânea do público o interesse de compartilhar o conteúdo, opinar e até oferecer feedback do produto/ serviço.

Já as mídias pagas exigem mais um esforço de planejamento e estratégia, aliado a um investimento financeiro. Consiste em pagamentos pela exposição da marca, aumentando o alcance de forma sistêmica e mensurável, ou seja, foram desenvolvidos mecanismos para medir o alcance dos anúncios da mídia paga. Além disso, o anunciante determina o valor a ser investido de acordo com as necessidades, possibilidades e periodicidade.

É importante que todos os esforços de mídia caminhem juntos, contudo se faz necessária a capacidade de observar o negócio como um todo, e a partir daí identificar o momento ideal para se utilizar de cada uma. Investir em mídia paga é fundamental quando se produz o conteúdo próprio, tendo em vista uma prática reforça a outra, passando inclusive, maior credibilidade.

Pagar pelos anúncios, aparentemente, gera um retorno mais rápido, entretanto implica em uma série de regras como leilões em links patrocinados, que acabam sendo considerados voláteis. Por essa razão é imprescindível a convergência e atenção.

Vantagens da mídia paga

Segundo dados da empresa Wishpond, a taxa de cliques (CTR) no Google Adwords (principal programa de links patrocinados em buscadores) pulou para 25% no quarto trimestre de 2014 comparado ao mesmo de 2013. São mais de 1,2 milhão de empresas que investem no sistema e a cada dia mais delas vão aderir a prática.

Aumento da visibilidade

Anúncios online permitem que mais pessoas conheçam a marca quando fizerem pesquisas nos buscadores, visitam um site, assistem um vídeo ou acessam uma rede social. De certa forma, cada um desses anúncios despertam a atenção e o interesse do público, gerando tráfego qualificado para o site, por exemplo.

Gerar tráfego e aumentar as vendas

Todo e qualquer anúncio online é clicável, ou seja, pode ser visto e acessado por pessoas de qualquer lugar do mundo. Assim, quem acessa pode descobrir as qualidades da marca, proporcionando uma chance real de criar um vínculo, fechar negócio ou dele disseminar um conteúdo.

Investimento flexível e com resultados rápidos

Os investimentos em mídia paga costumam ser flexíveis, podendo começar a partir de poucos reais. A vantagem é que mesmo com pouco dinheiro é possível ver o anúncio publicado em poucas horas.

Maior possibilidade de segmentação

Quando se possui um anúncio específico para um público há maiores chances de venda. Talvez essa possa ser a maior vantagem da mídia paga e o que não é tão presente em outras mídias. Por exemplo, quando se anuncia em busdoor (mídia de ônibus) há apenas uma vaga ideia de quem as pessoas que vão ver o anúncio e assimilar a idia, contudo no universo online isso é diferente.

Primeiro é possível escolher o momento de compra, podendo anunciar quando o consumidor está se entretendo, quando lê algum conteúdo e até mesmo na pesquisa final de compra. Além disso, é possível segmentar o anúncio para ser exibido para público conforme o sexo, idade, cidade e bairro, preferências, interesse, poder de compra, entre outros.

Conheça as duas principais mídias pagas da web e como funcionam:

Anúncio em buscadores

O principal deles é o Google Adwords em que o anunciante pode é cobrado por clique em anúncios no Google. São os anúncios que ficam dispostos acima e ao lado dos resultados da pesquisa no buscador. Como vários anunciantes podem utilizar a mesma palavra-chave, a posição do anúncio é definida da seguinte pela fórmula:

Classificação do anúncio = CPC máximo X Índice de qualidade

O índice de qualidade é definido pelo histórico de desempenho no buscador: sua taxa de cliques (CTR), o histórico da palavra-chave vinculada ao anúncio, a relevância do texto do anúncio, a qualidade da página de destino entre outros fatores de relevância.

Vale ressaltar que o Google dá mais valor aos anúncios de empresas com uma relação mais estreita com o conteúdo da pesquisa, dificultando que as marcas exibam anúncios nos resultado de pesquisa em segmentos não relacionados ao seu nicho. O anunciante ainda conta com um painel do retorno da campanha Adwords, que ajudam a aperfeiçoar a estratégia.

Facebook Ads

Semelhante ao Google Adwords, o Facebook Ads é um dos mais usados e também tem boa taxa de retorno. Consiste nos anúncios exibidos na rede social, em que o anunciante determina quanto vai pagar pela exposição.

O FB Ads (para facilitar) se mostrou muito eficiente, pois é mais fácil encontrar usuários que vai se interessar na marca. Ainda mais, é possível segmentar de acordo com as preferências do usuário, onde mora, entre outros fatores. Toda a abrangência é mensurável e a campanha pode ser acompanhada de perto.

Existem 6 tipos de anúncios que se pode fazer dentro do Facebook. São eles:

Vale ressaltar que é importante adotar uma estratégia com objetivos definidos, a exemplo de gerar tráfego, aumentar as vendas, aumentar número de curtidas, entre outras. O sucesso da campanha não depende apenas dos valores investidos, mas também a sua quailidade e adequação a realidade do negócio. 

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Saul Harari
Cientista de conteúdo e novos negócios
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