Site congestionado ou fora do ar, divergência de valores cobrados, lentidão no checkout, complexidade na compra. Esses são apenas alguns dos vilões da Black Friday que impactam diretamente a experiência de compra do consumidor (e, consequentemente, o índice de conversão de vendas esperado para o período). “No mundo físico existe a ambientação, o vendedor está presente fisicamente. No meio digital, o varejista precisa dominar métricas digitais, conversão online, o processo de comunicação tem que ser rápido e fácil para o consumidor”, diz Carlos Cruz, Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas).

“A dificuldade em pagar é um dos principais motivos de abandono de carrinho”

Rogério Tessari, CEO da Tiny

 

Quando se fala em planejamento estratégico para a Black Friday, um fator que certamente não pode passar despercebido é o meio de pagamento utilizado pela loja virtual. Para garantir a eficiência da operação, Rogério Tessari, CEO da Tiny, empresa especializada em software de gestão empresarial em nuvem, ressalta que todas as etapas de backoffice precisam estar alinhadas. “O pagamento é a primeira delas, pois é o gatilho para que todas as demais operações de retaguarda aconteçam”, diz.

 

O Pagar.me apresenta produtos com uma ampla gama de possibilidades que tornam as operações do e-commerce mais rentáveis, especialmente em períodos de picos de venda como a Black Friday. Oferece um checkout intuitivo e transparente, de forma a minimizar qualquer dificuldade no preenchimento de informações por parte do comprador final e sem redirecionamento de página, que garante a confiabilidade do processo. Dessa forma, o comprador é rapidamente informado sobre o motivo pelo qual seu pedido de compra foi recusado - desafogando, dessa forma, o SAC do varejista e otimizando o atendimento ao consumidor.

Além disso, o checkout do Pagar.me também oferece ao varejista a compra com um clique (One-click buy), garantindo mais praticidade ao seu cliente que não irá precisar preencher nada, com a comodidade e segurança dos dados, que são criptografados.

Retentativa multiadquirente e postback também são duas ferramentas que podem auxiliar o lojista no período da Black Friday. Com a retentativa, caso a transação seja negada no adquirente de preferência do e-commerce, um reprocessamento automatizado será realizado nos demais adquirentes - assim, não há o risco de que aquela operação seja perdida por problemas técnicos diversos. E graças a arquitetura diferenciada dos nossos produtos, as retentativas são realizadas em questões de segundos, garantindo assim uma boa experiência de compra para sei cliente.

 

Com o postback, o varejista não precisa se preocupar se o tempo de resposta de uma transação irá prejudicar as operações de seu site. A partir do momento em que o comprador finaliza a compra, o Pagar.me se encarrega de notificar sua aplicação quando a transação mudar de status, deixando o site livre para prosseguir normalmente com o restante do seu fluxo.

 

Todos os benefícios mencionados acima acabam sendo revertidos em aumento de conversão para a loja virtual, já que quanto maior for a praticidade e o conforto oferecidos para o comprador final, menor será a taxa de abandono de carrinhos. Porém, é importante lembrar: além do meio de pagamento, fatores como a infraestrutura do site e a logística estruturada pelo e-commerce também fazem uma enorme diferença entre fracassar ou não em datas com recorde de vendas como a Black Friday. “Quando o pagamento for confirmado, o pedido deve ser enviado para o ERP, o produto em estoque deve ser separado, a nota fiscal deve ser emitida, o produto deve ser embalado e enviado para o meio de logística selecionado pelo cliente. Se estes processos não estiverem bem integrados, ocorrerá atrasos ou erros”, aponta o CEO da Tiny.

Como estruturar seu e-commerce para a Black Friday

Para entrar na disputa da Black Friday com chances de ser bem-sucedido, o e-commerce precisa ter um planejamento de vendas estruturado - é o que diz o Diretor do IBVendas, Carlos Cruz. “É necessário ter um vendedor atento às necessidades dos consumidores, pois apenas o preço baixo pode não ser suficiente para garantir a venda de um produto, especialmente se as pessoas não precisarem dele”.

Há também duas estratégias de vendas que podem ser adotadas para o período, segundo Cruz - o varejista pode aproveitar a data para dar fluidez a um produto que já tem em estoque ou usar uma mercadoria como isca para fazer cross-selling e vender produtos agregados, fidelizando o consumidor e garantindo seu retorno no futuro.

Já o CEO da Tiny, Rogério Tessari, destaca a melhoria que o uso de APIs tem trazido para a experiência de uso do cliente no e-commerce. Além disso, manter canais de comunicação eficientes e informações corretas são itens cruciais para garantir a satisfação do comprador durante a Black Friday. “O estoque, por exemplo, é vital. Mostrar um produto que não está mais disponível em estoque é um problema enorme”.

Afinal, para prevenir maiores erros, vale a pena mudar o meio de pagamento ou adotar um novo ERP? “A adoção de um novo meio de pagamento pode ser uma ótima alternativa, pois a dificuldade em pagar é um dos principais motivos de abandono de carrinho”, afirma Tessari. Em relação ao ERP, a troca é mais delicada. “Envolve mudança na rotina de retaguarda, implantar, treinar pessoas, etc. A estratégia só é válida se a empresa ainda não estiver usando um ERP e está fazendo esta operação de forma manual. Neste caso, mesmo mudando o processo, os ganhos em eficiência e acuracidade superam todas as dificuldades de adaptação”, afirma.

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Karina Menezes
Graduada em jornalismo pela UFPA, foi trainee do jornal O Estado de S. Paulo. Atualmente, é Head de Conteúdo do Pagar.me.
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